sexta-feira, 25 de março de 2016

Por um Brasil melhor

Quero um Brasil diferente, quebrando as velhas estruturas, extirpando as promíscuas relações de interesses, desinflando os egos exacerbados, varrendo d’uma sociedade em fase terminal toda essa podridão humana. 
Basta, não dá mais para ir adiante.
Chega de velhos tubarões, conhecidos coronéis, bandidagem, cartéis, máfias.
Não dá mais para remendar aqui ou ali, fora com as soluções antigas para os velhos problemas.
Quero um Brasil melhor, caminhando junto com as verdades, verdade acima de tudo e de todos, simplesmente a verdade, soberana.
De uma vez por todas, que se busque um novo rumo, reconstruir é o verbo.
Quero um Brasil melhor.


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Toninho Cerezo


Toninho Cerezo sempre conviveu com a palavra desafio em sua vida, desde a infância na família circense, até o bi mundial pelo São Paulo em 92/93.
E pelos caminhos, o filho do palhaço Moleza, foi vencendo as etapas ao longo da sua carreira. No Atlético, ganhar a confiança do exigente treinador Telê Santana, substituir o grande Wanderley Paiva, honrar a camisa que um dia foi de Zé do Monte, ser o líder de uma safra maravilhosa da base que iria interromper a hegemonia azul celeste em 76, ser um dos pilares da conquista do inesquecível hexacampeonato mineiro de 78 a 83, não era tarefa para qualquer um, era a missão de um guerreiro como Toninho.
Do berço num trailer mambembe no bairro Nova Granada em Belo Horizonte, ele foi parar na Copa da Argentina em 78, com seu talento foi conquistando espaços, encantando a Massa, e provando a todos os críticos que seu jeito de jogar era uma exigência do futebol moderno. Na Copa da Espanha em 82, foi uma das estrelas da trupe que brindou o mundo com aquele futebol mágico.
E sua categoria foi romper fronteiras, alçar voos maiores. Fez pouso e participou de grandes times da Itália, sendo campeão na Roma e na Sampdoria. Em Roma e Gênova, muitos títulos e o nome gravado na memória dos italianos. Correu e ganhou o mundo.
A longevidade do ídolo atleticano, ainda o fez esbanjar sua técnica no São Paulo, reencontrar o mestre Telê Santana, e resgatar aquele antigo sonho de ser campeão do mundo. O destino se cumpriu, Telê e Toninho Cerezo trouxeram o bi mundial, além da Copa Libertadores e da Recopa. Bem perto de encerrar sua carreira gloriosa, ainda foi campeão mineiro pelo Cruzeiro em 94. E o “Cerezão” (era assim que meu pai o chamava), pela última vez vestiu o manto sagrado, com a camisa preta e branca que o consagrou foi campeão da Copa Centenário em 97 pelo seu glorioso, o Clube Atlético Mineiro.